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A Educação em Ambiente Hospitalar

Autor: Camila Cardoso Lima, Franciele Aparecida da Silva Souza, Érica Regina Pereira da Silva Melo, Ezi Silveira Rocha, Marina Cássia Nascimento, Shirley de Souza Pereira, Wanda Batista Ramos
Data: 10/04/2014
RESUMO: Este trabalho científico trata a respeito da atuação do pedagogo em ambientes não escolares, focalizando aqui a educação em ambientes hospitalares. Tem por objetivos mostrar como ocorre a Educação em ambientes hospitalares, o papel do pedagogo hospitalar, bem como os desafios e necessidades dessa educação nos hospitais. Para o alcance desses objetivos, buscaremos por meio de pesquisa bibliográfica e pesquisa prática de campo no Hospital Regional do Município de Betim, demonstraremos o que envolve a Educação em ambientes hospitalares.

PALAVRAS-CHAVE:  Educação Hospitalar; Classe Hospitalar; Pedagogia

INTRODUÇÃO

A escola por muitos anos teve um olhar de que era o único lugar onde ocorre o processo de ensino e aprendizagem, no entanto pode-se observar que a escola é um dos locais onde ocorre educação, mas não é o único ambiente.  O processo de ensino pode ser ofertado em diversos ambientes além da educação formal que a escola oferece. Esses ambientes podem ser: na família, nas Igrejas, nos centros culturais e nos espaços de lazer, empresas, sindicatos e organizações não governamentais. Outro ambiente que atualmente tem sido utilizado no processo educativo é o ambiente Hospitalar, que além de proporcionar cuidados com relação a saúde tem cuidado também do processo de ensino de crianças e adolescentes em estado de internação.

Sendo assim, através de uma pesquisa bibliográfica e visita a campo, buscaremos demonstrar como ocorre o processo de educação nos ambientes hospitalares. Para isso formulamos as seguintes questões: que espaço o pedagogo ocupa nesta modalidade educativa?  Que características o pedagogo precisa ter para se trabalhar na educação hospitalar? Quais são as necessidades e desafios da educação em ambientes hospitalares?  
Para a compreensão do tema e resposta de tantos questionamentos a respeito da educação hospitalar nos baseamos dos argumentos de autores como Sandra Maria, Eneida Fonseca, Maria Franco, Elizete Lúcia Moreira Matos, Margarida Teixeira de Freitas Muggiat e José Carlos Libâneo, entre outros autores.

1.1    A ORIGEM DA PEDAGOGIA HOSPITALAR

A educação nos hospitais parece ser algo inovador, devido ao desconhecimento de muitos com relação a essa modalidade.  No entanto, a educação hospitalar existe há muito tempo, desde sua origem em 1935.

Os artigos "Classe Hospitalar no mundo: a infância em sofrimento", de Sandra Maia Farias Vasconcelos (2008) e "Pedagogia hospitalar: Um breve histórico" de Cláudia R. Esteves (2007),  mostram um breve histórico da pedagogia hospitalar. Segundo Maia (2008) e Esteves (2007), a partir de 1935 na Europa, foi o início da necessidade da criação das Classes Hospitalares, que são por sinal o reconhecimento formal de que crianças hospitalizadas, independente do período e motivação de permanência neste ambiente, necessitam de apoio educativo que é um direito de todo cidadão.   

Classe Hospitalar é semelhante à classe escolar onde um grupo de crianças e adolescentes são reunidos para aprender. No entanto no hospital essas crianças e adolescentes que estão em estado de internação, são reunidos com o auxilio de um pedagogo ou professor, com a finalidade de aprender por meio de atividades diferenciadas ou lúdicas que complementam o processo educativo que essas crianças e adolescentes recebem na escola.  

Em 1935, Henri Sellier foi o precursor dessa educação hospitalar, ao inaugurar a primeira escola para crianças inadaptadas, nos arredores de Paris. A sua atitude resultou em exemplo a ser seguido em outros países como: Alemanha, França, Europa e Estados Unidos da América, com o objetivo inicial de suprir as dificuldades escolares de crianças com tuberculose.

Em 1939, foi criado o Centro Nacional de Estudos e de Formação de professores, doravante denominado (C.N.E.F.E.I)  para o trabalho em Institutos Especiais e Hospitais. Nesse ano também foi criado o cargo de professor hospitalar na França.

No entanto, a Segunda Guerra Mundial foi considerada como um marco decisório da educação hospitalar, devido ao fato de que, como resultado da guerra muitas crianças e adolescentes foram atingidos, mutilados e impossibilitados de frequentar a escola, sendo necessário o apoio de médicos defensores da escola em seu serviço para fins além dos cuidados da saúde, mas para auxilio educativo dessas crianças e adolescentes afetados pela guerra.

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