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As Novas Tecnologias na Educação: Otimizando o Processo de Ensino-aprendizagem na Sala de Aula

(Página 2)

2 CONTEXTO HISTÓRICO

A história da tecnologia na educação se desenvolveu a partir da década de 1940 nos Estados Unidos com o objetivo de formar especialistas militares com o auxílio de ferramentas audiovisuais, durante a segunda Guerra Mundial.

A década de 1960 se destaca pelo grande avanço no desenvolvimento dos meios de comunicação no âmbito social com a ?revolução eletrônica?, sustentada pelo rádio e pela televisão o que influenciou os costumes sociais, sobretudo na ?maneira de fazer política, na economia, no marketing, na informação jornalística como também na educação? (DE PABLOS, 1998, p. 52).

O marco inicial do desenvolvimento tecnológico aconteceu na década de 1970, com a utilização de computadores para fins educativos onde os avanços técnicos ocorridos ao longo do século XX foram o condutor de uma revolução técnico-científica com a preocupação de introduzir os meios de comunicação social na educação. Nesse processo, as distâncias foram encurtadas e a produção e divulgação das informações foram se tornando, em ritmo acelerado, um processo cada vez mais dinâmico e integrado.

No Brasil, a popularização da internet está disponível desde o início dos anos 1980, o que possibilitou a ampliação dos sistemas de telecomunicações permitindo a um número de pessoas cada vez maior ter acesso instantâneo à informação atualizada. Nesse mesmo período, o campo da Tecnologia Educacional começou a surgir, influenciado pelo momento de abertura política e democrática, uma visão mais crítica e mais ampla da utilização das tecnologias no ensino como a radiofusão, a televisão e o computador que são exemplos de novas tecnologias que foram gradativamente inseridas na educação para otimizar o processo de ensino e aprendizagem na sala de aula.

Em 1989, a base teórica sobre informática educativa no Brasil permitiu ao MEC através da Portaria Ministerial n° 549/89 instituir o Programa Nacional de Informática na Educação ? PRONINFE, de forma a assegurar a unidade política, técnica e científica, imprescindível ao êxito dos investimentos na área educativa. No final dos anos 90 com o surgimento e a difusão da internet, uma nova forma de aprendizado baseado no uso do computador tornou-se possível através de programas voltados para a sala de aula. Mas a internet, de fato, só veio mesmo a ganhar utilidade plena para a educação a partir de 1993. Nesse contexto, as tecnologias de informação e comunicação começaram a ser utilizadas na educação para informatizar as atividades administrativas das escolas, como o controle de matrículas e acadêmico.  

Em 2002, foi criada a Secretaria de Educação a Distância (SEAD), com o objetivo de promover o desenvolvimento e a implementação de atividades de educação a distância, bem como o aperfeiçoamento pedagógico através da utilização das novas tecnologias de informação e comunicação no ensino.

Em 2005, as TIC´s passaram a contribuir na elaboração de aulas e material, assim também, como complemento às aulas presenciais (ALMEIDA, 2003). A partir de 2008 com a popularização da internet, possibilitando o acesso instantâneo à informação atualizada, as TIC´s extrapolaram os limites físicos da sala de aula favorecendo o processo de aprendizagem virtual. Essas transformações vêm acontecendo de forma inexorável até o momento presente. Obviamente que a educação não poderia permanecer isolada dos acontecimentos e, pouco a pouco, foi se apropriando dos benefícios que foram surgindo.

Hoje, há várias Instituições de ensino que tentam desenvolver experiências para aperfeiçoar o processo de transposição da educação para além de seus muros, por isso dizer que o processo de uso da internet na educação é um fenômeno espantoso, frente ao processo de democratização do saber, à valorização da informação e ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação na sociedade do conhecimento (SALES, 2008).

Atualmente, há de se considerar que as tecnologias da informação e da comunicação deram um impulso significativo à educação, tanto presencial como a distância. É tanto, que a educação presencial vem timidamente utilizando recursos tecnológicos para melhorar a qualidade na interação aluno-professor, possibilitando complementar os conteúdos e experimentando novas dinâmicas na aplicação de recursos metodológicos para melhorar o processo educativo.

Nesse contexto, considera-se relevante afirmar que a introdução das TICs, nos sistemas educativos apresenta-se ainda como um desafio e como uma tarefa para inclusão de todos os cidadãos à educação. Para isso, precisa-se de professores e educadores que assumam seu papel nessa mudança, incorporando à sua visão novos modelos didáticos que integrem as novas tecnologias da informação e da comunicação como meios para uma boa aprendizagem de qualidade. Nesse sentido, o que faz que a educação seja de qualidade para Ruiz (2003, p. 3) é:

"o bom uso profissional e didático dos recursos que oferece a tecnologia, assentados em sólidas propostas metodológicas e pedagógicas que potencialize as TIC´s como meios e recursos para o ensino-aprendizagem, que respondam aos diferentes ritmos da aprendizagem dos estudantes, que incentivem o pensamento criativo e crítico, a autonomia e a pesquisa, que incitem à solução de problemas atuais, que integrem diferentes disciplinas e que fomentem o domínio de idiomas e desenvolvam habilidades de comunicação e expressão. Também que oportunizem a familiarização com os avanços científicos e tecnológicos e que permitam a avaliação e o segmento dos processos.

Sendo assim, com os diversos meios de informação e comunicação disponíveis, cabe ao professor escolher os recursos que melhor se adaptam às condições de aprendizagem de seus alunos, ou seja, deve ser levado em consideração o tempo destinado para o estudo e características pessoais de cada aluno; o que nos faz entender que, utilizar as novas tecnologias de informação e comunicação (NTIC) de última geração não implica em sucesso no processo de aprendizagem e sim, que sejam utilizados para que a aprendizagem aconteça de fato num ambiente colaborativo de aprendizagem.

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