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Sociologia

Autor: Denner Datti
Data: 25/09/2014
    A sociologia é uma ciência que procura explicar a realidade social através das interações sociais. Essas interações podem ser referentes a uma cidade, a um estado, a um país, ou em um âmbito amplo e no âmago da questão, na relação do homem em aspecto global.
   Vivemos em uma sociedade em que o capitalismo vem exercendo grande dominação, trazendo aspectos positivos e aspectos negativos. É evidente que após a Revolução Francesa (1789), o mundo teve uma mudança essencial no aspecto social.
   Dentro das Ciências Sociais, que abrangem a antropologia e a ciência política, temos grandes pensadores que tiveram enorme influência nas diretrizes sociais em que o mundo hoje se encontra. Dentre esses pensadores podemos citar: Copérnico (1473 - 1543), Mills, Peter Berger, e os Filósofos das Luzes, que eram pensadores e defensores antiabsolutistas e favoráveis a um poder social. Jean Jaques Rousseau publica, em 1757, o seu famoso "Discurso". Rousseau, ao ver um homem cercando um terreno, disse: "Isso me pertence". Essa frase de Rousseau nos faz refletir sobre como a sociedade se encontra hoje.     
   Evidentemente que existem culturas e idiomas diferentes, porém a delimitação de terras que envolvem um país ou outro é uma convenção meramente da mente humana. Se pensarmos de forma ampla e talvez utópica, não existem países. A concepção de países e delimitações territoriais foram sendo historicamente delimitadas meramente pela concepção humana. Poderíamos imaginar um mundo sem fronteiras, embora essa imaginação, na prática, seja uma utopia.
   Antes de Rousseau, temos Montesquieu (1689 - 1755), que publica em 1748 "O Espírito das Leis", no qual faz distinção entre três poderes: Legislativo, Judiciário e Executivo. Evidentemente que Montesquieu foi um ícone na história da atual democracia, embora o conceito de democracia historicamente tenha se iniciado na Grécia Antiga.
    O termo sociologia foi criado por Augusto Conte (secretário de Saint-Simon). Simon dividia a sociedade em três classes: Classe Industrial, referindo-se a todos os indivíduos que produzissem. Classe Útil, referindo-se aos empresários e Classe Parasitária, referindo-se à classe governamental.
    Deixo uma interessante reflexão sobre nossa época e a revolução tecnológica: quando uma parcela do mundo atual capitalista está bem é por que: direta ou indiretamente essa parcela (consciente ou inconscientemente) está usurpando outra grande parcela da população mundial.
   Olhando de um aspecto amplo, somos uma civilização. A história da humanidade é extensa e se repete em vários aspectos. Questionando a Revolução Tecnológica, por muitos aspectos, essa revolução é positiva, por outros tantos aspectos, ela é extremamente negativa. Como exemplo, posso citar a China atual. O governo adotou o regime de meritocracia. Só existe um partido na atual China: O (PCC) Partido Comunista Chinês, que elege seus governantes. Ou seja, apesar da abertura capitalista, a China atual não tem eleições diretas.
   Pouco sabemos do oriente em geral. Existe um grande monopólio de informações através de agências de informações do ocidente. (http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/132345/Como-os-governos-ocidentais-manipulam-a-internet.htm).
   Quando recebemos notícias sobre guerras, devemos ser cautelosos. Os EUA fez um enorme drama sobre o terrorismo de 11 de setembro, mas não citou que em 1991, após o Iraque perder a proteção da antiga URSS, os EUA invadiu o Kuwait (Tempestade no Deserto). Se pegarmos um livro de história publicado até 1967, veremos que o Kuwait era um estado do Iraque. Quando Saddam assumiu em 1969 (após Al Baraq), expulsou do Iraque as indústrias petrolíferas americanas, inglesas e francesas. Isso se sucedeu após os EUA e a Inglaterra financiarem a "independência" do Kuwait. Independência essa que veio acompanhada da instalação das maiores indústrias petrolíferas americanas, inglesa e francesa. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_Iraque). Após o término da guerra fria, Saddam quis retomar o Kuwait. Em 1991 os EUA bombardeou Bagdá de janeiro até julho, incessantemente, matando crianças, mulheres, bombardeando escolas, creches, hospitais e caracterizando crime de guerra e terrorismo. (http://www.dw.de/1991-come%C3%A7a-a-opera%C3%A7%C3%A3o-tempestade-no-deserto/a-297905).
     Quando as torres gêmeas foram atingidas em 11 de setembro de 2001, por dois aviões, os EUA fizeram um drama, chamando a atenção do mundo para o terrorismo, mas nada citou dos 6 meses de massacre em Bagdá na operação Tempestade no Deserto. Sociologicamente, o bombardeio de seis meses sobre Bagdá, em 1991, é considerado crime de guerra, mas pouco da imprensa se nega a colocar a questão dessa maneira.
   Voltando ao tema da Revolução Tecnológica, as indústrias de países do ocidente têm se instalado na China, pois a mão de obra é escrava. A China não tem previdência, se um trabalhador quebra o braço, ele é trocado igual a um animal. Os velhos, quando não podem mais trabalhar, ou voltam para o campo, ou vão dormir debaixo da ponte. Qualquer chinês que questione o regime autoritário da China é perseguido, prova foi o estudante que enfrentou um tanque de guerra na Praça da Paz.
   A questão social é a seguinte: as empresas ocidentais coagem através da publicidade a necessidade exacerbada do consumo da tecnologia, através de tablets, iPhones, jogos e inúmeros produtos que são produzidos na China. De forma indireta, ao consumirmos produtos chineses, estamos compactuando com a escravidão na China. E essa questão não é levantada dentro de nossa mídia dessa maneira.

 

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