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Pedagogia da Contribuição das Forças Universais

Autor: Alexandre Lopes Alves
Data: 22/10/2014
Resumo

O presente artigo consiste do conjunto de ideias onde cita um paralelo inédito entre as forças universais a quem fazemos parte e uma prática educacional não sistematizada embora inédita na esfera acadêmica com as concepções educacionais tecnicistas e construtivistas indicando para uma educação pública de sucesso.


As forças universais

A toda e qualquer existência que nós conhecemos, só foi possível devido ao resultado de contextos e condições, onde tipos energias distintas ou opostas, traduzidas como forças,  contribuíram entre si, num processo de atração e repulsão, divinamente arquitetado para o começo de toda a matéria existente. Continua acontecendo em todo o Universo, ou pelo menos no qual que vivemos. Tais condições propicia o surgimento e a progressão-jornada de algo real, ou seja, o seu inicio após o seu desenvolvimento ascendente até seu ápice, e sua manutenção no estado positivo da existência.
Nesse universo, a contribuição entre forças é a condição da gênese de algo que o mantém em seu progresso; já o seu inverso é a repulsa, o desencontro de forças, que traz o declínio, colapso e por fim a destruição final de algo.

Basta prestarmos atenção, pois esse processo aparece em tudo na natureza, incluindo nós mesmos. Houve uma série de condições e circunstâncias que geraram a contribuição de matérias cósmicas desde as semelhantes a opostas, ocasionando  a agregação, equilibração entre as forças para que  formasse os planetas e sistemas orbitais; eras de milhares de anos após, outra equilibração geradas pela contribuição de forças formou condições necessárias para o surgimento e evolução da vida na Terra e posteriormente o aparecimento do Homo Sapiens-Sapiens.

Na globalidade da produção humana, apesar de não ser natural ou divino, a cultura, construções, ciência e a sociedade, não fogem dessa regra, mesmo quem as desenvolveu não havia pensado ou percebido isso, a seguiram. A essa regra de existência universal tudo pertence e nada escapa.

Essa contribuição de forças não se remete ao equilíbrio perfeito, idealizado na imagem da clássica balança da justiça onde a figura de uma mulher grega vendada a segura, com dois pratos, e em cada prato da balança se apresentam medidas iguais. Pode até ocorrer situações em que o equilíbrio seja de apenas duas forças, mas, normalmente as existências naturais ou artificiais demandam várias condições múltiplas numa série de elementos e esses cada um na sua medida para que algo surja e se mantenha, sendo que a quantidade e intensidade da contribuição das forças na maioria das vezes são absurdamente complexas e diferentes.

Exemplificando a produção humana que lida conscientemente e de forma calculada com a ação de forças naturais seria o caso da construção de edifícios. Um edifício que foi bem projetado e construído, e assistido com a devida manutenção adequada, estará entre as contribuições das forças de maneira harmoniosa ou mesmo que tenha forças agressivas atuando contra, não serão suficientes para destruí-lo, e assim estabelecido, devido ao conhecimento do homem de como a natureza impõe suas forças e suas variações no planeta, em específicas regiões geográficas e do tipo de estrutura e fundações que deve ser construído para resistir a essas forças. Um exemplo de contribuição de forças do tipo fusão, é o caso de uma simples receita de um bolo, pois consiste em saber os ingredientes certos na medida exata e misturados e assados do modo correto, uma mistura de contribuição das matérias de características completamente distintas, afinal o que teria em comum o leite, açúcar, fermento, farinha e ovos. Em cada ingrediente, há composições de matérias e energias diferentes, que ao misturar são liberadas provocando reações químicas, recompondo e criando um material resultante diferente das composições originais.
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