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Fundamentos de Psicologia e Filosofia da Educação

Autor: Olavo Fernando Tamburus
Data: 10/11/2015
RESUMO

No começo do século, várias ofertas de conteúdos e metodologias ficam em debate na área educacional, em específico, nos cursos de Pedagogia e  licenciaturas. Quando a escola seguia o método tradicional, o que se pretendia era a aquisição de muitos conhecimentos. A situação nos dias de hoje é outra, a cobrança transformou de lugar. Memorizar é formidável, mas não basta. Estudar é compreender, considerar, avaliar, sintetizar, colocar relações e tirar conclusões próprias, fundamentado em casos ou em dados evidenciáveis. A Psicologia aparece da necessidade de envolver o processo educacional de um modo comum em diversas disciplinas, trazendo para este desafio fundamentos na Pedagogia, na Psicologia e em diversas áreas de desempenho.


1.  INTRODUÇÃO

No começo do século, várias ofertas de conteúdos e metodologias ficam em debate na área educacional, em específico, nos cursos de Pedagogia e  licenciaturas. As grandezas Curriculares Nacionais têm encaminhado o desempenho dos professores, nas ofertas preparadas em cada estado e município do país. Tem-se a capacidade de raciocinar que a dinâmica societária tem ocasionado modificações na educação e que as pessoas que fazem a educação escolar são desafiadas na construção de um procedimento educativo que exceda os limites das extensões transmissoras de conteúdos, atual durante décadas no Brasil (Souza, 2011).
 
Segundo Souza (2011) Inúmeros acontecimentos oriundos da dinâmica societária atual propiciaram a ampliação do debate a respeito da educação e da cidadania.

Dentre tais acontecimentos temos as lutas em prol da ampliação do número de vagas nas escolas, as lutas por melhorias salariais e os congressos nacionais e internacionais focalizando uma sociedade menos desigual, assim como Fóruns Sociais, a exemplo do Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre, pela quarta vez em 2005. Poderíamos seguir com os exemplos, no entanto, temos como objetivo apontar ideias e questionamentos acerca do tema Educação e Cidadania numa perspectiva psicológica.

Perto das pessoas que seguem, envolvem e aceitam o começo das novas profissões, sempre existe alguma pessoa mais conservada, ainda que conheça e viva envolta de produtos sofisticados, mesmo assim reluta em esperar que as novas especialidades profissionais na área da educação e da saúde procederam para ajudar a definir dificuldade e não para criá-los (Souza, 2011).

Excepcionalmente, várias crianças são vítimas de pais que dão tudo o querem, menos a chance de serem autônomas. No entanto é assim que acontece quando, não se vê à realidade, os pais recusam o valor que uma dificuldade de aprendizagem representa para seu filho, a não aprovação na sociedade, a baixa autoestima, a saída escolar, a falha pessoal e profissional e suas decorrências (Oliveira, 1997).

Quando a escola seguia o método tradicional, o que se pretendia era a aquisição de muitos conhecimentos. Quem, com mais de 30 anos, não se lembra de passar horas decorando "matéria" para uma prova? Porque era isso exatamente que representava estudar: memorizar fatos, datas, acontecimentos, etc. Assim, quem não estudava, ou seja, não passava boa parte do dia exercitando sua memória, era mau aluno, porque consequentemente não reproduzia na prova o texto do livro ou as palavras da professora e, assim, tirava notas baixas (Oliveira, 1997).

A situação nos dias de hoje é outra, a cobrança transformou de lugar. Memorizar é formidável, mas não basta. Estudar é compreender, considerar, avaliar, sintetizar, colocar relações e tirar conclusões próprias, fundamentado em casos ou em dados evidenciáveis. É ser autor, alguma pessoa competente de expor de maneira coerente suas opiniões, pensamentos, adicionar conhecimento. E assim tudo depende de um aparelho cognoscitivo e emocional proporcional e não somente de memorização (Aquino, 1999).

Neste caso, o que sucedia antes com as crianças com problemas no aprender? O procedimento tradicional era melhor para elas? Sem contestar o procedimento, é possível responder que as crianças eram obscuras nas suas dificuldades, a mãe, a avó ou a professora particular estudavam com elas, ensinava as crianças a memorizarem com várias dicas, para que as notas vermelhas não aparecerem nos boletins (Aquino, 1999).

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