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O Brincar como Fator Importante para o Desenvolvimento Cognitivo e Mental da Criança

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3. Como ocorre a aprendizagem na educação infantil

Não existe um momento predeterminado para seja estipulado como o início da aprendizagem. A criança começa a aprender muito antes do que se imagina. Um exemplo é que quando um bebê reconhece sua mãe ou seu pai, significa que ela aprendeu, ou mesmo quando a criança começa a falar sua língua materna, a mesma aprende naturalmente ao ouvir e assimilar já começa a entender e repetir.

Da mesma forma pode-se dizer que não há um período determinado para o tempo de parar de aprender, pois o indivíduo é levado a aprender mesmo em meio a todas as condições favoráveis ou desfavoráveis, de formas improváveis ainda assim pode ocorrer aprendizagem de algo novo desde que o assunto quase algum impacto para quem esteja recebendo a informação. Segundo Vygotsky (1987, p. 94-95), "[...] o aprendizado das crianças começa muito antes delas frequentarem a escola. [...] quando a criança assimila os nomes de objetos em seu ambiente, ela está aprendendo".

Devido à fase de desenvolvimento que a criança das series iniciais se encontra, a mesma não consegue sozinha realizar a separação de conteúdos pelo grau de importância. Cabe então aos adultos, professores, saber conduzir a aprendizagem de forma saudável e o mais lúdica possível. A criança demonstra muito mais interesse quando a aula é através de algo divertido. Se o professor utiliza recursos atrativos à criança tende a dar mais atenção, e a assimilação é muito mais facilitada quando há harmonia na transmissão do conteúdo. De acordo com Vygotsky (1987) a brincadeira cria uma zona de desenvolvimento proximal, que possibilitará ao individuo chegar a uma zona real do desenvolvimento.

De acordo com a brincadeira utilizada pelo professor, a criança vai ser levada a desenvolver forma de compartilhar sua ideia com o outro, ambas aprenderão brincando. Com isso torna o processo de ensino aprendizagem muito mais agradável. E o professor também pode a partir de algum jogo, ou música transmitir seu conteúdo sem que se torne algo cansativo, será sempre novo e chamará então, ainda mais a atenção da criança. O ato de modificar a rotina, tornando a mais agradável para o aluno já torna o momento positivo para a aprendizagem, mais atrativo mantendo a criança pequena mais focada no conteúdo. O simples fato de introduzir uma brincadeira educativa na aula, já é possível que seja assimilado alguns fatores de aprendizado. De acordo com Maluf a criança que fantasia cria ocasiões, instiga a sua curiosidade e melhora a criatividade.

Quem irá facilitar este processo é o professor,  na atualidade, este necessita utilizar  o lúdico de forma correta e adequada em prol do desenvolvimento da criança, como objetivo de que a rotina não caia na mesmice, mas possa ser prazerosa ao aluno, visando o melhor aproveitamento e aprendizagem.

4. Considerações finais

No decorrer deste artigo, procuramos deixar bem claro a importância que as atividades lúdicas têm para o desenvolvimento do ensino e aprendizagem da criança na Educação Infantil. Vimos que a aprendizagem tem que acontecer de maneira alegre e divertida, pois afinal de contas estamos falando de criança em processos de aprendizagem. O lúdico, brincar, além de gerar um vínculo positivo entre professor e aluno, é capaz de proporcionar a criança condições estimulantes de desenvolvimento nas áreas cognitiva, física, e mental. Quando a criança é tolhida de brincar, compromete-se o desenvolvimento natural podendo ocasionar alguns prejuízos incalculáveis para seu futuro. Portanto se faz imperativo que o ensino de qualidade para crianças em curso na educação Infantil deva se ater a responsabilidade, de considerar e introduzir atividades lúdicas em suas estratégias de ensino cotidianamente.

             
REFERÊNCIAS

SCHOLZE, D. O papel da ludicidade no processo de aprendizagem infantil. Revista da faculdade de educação, v. n7/8, p.69-81, 2007.
DALLABONA, R.S. MENDES, S.M.S. O lúdico na educação infantil: Jogar, brincar uma forma de educar, p. 1-11.
MALUF, A. C. M. Brincar Prazer e Aprendizado. Editora Vozes, 5° Edição, p. 17 - 45, 2007.

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